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Papa Buka – Dr. Biju – 102´(Papoa Nova Guiné/India) – Drama, ecologia, bio-diversidade
Dois indianos. Uma fotógrafa, Romila, e um historiador, Anand, vão descobrir as histórias dos soldados do seu país que morreram na Papua durante a II Guerra Mundial, lutando ao lado dos australianos e dos ingleses. Um deles, o avô de Romila. O seu guia vai ser Papa Buka, um velho sábio, que lhe dá a conhecer a dança, a música, as tribos, a sua biodiversidade, a herança cultural e sobretudo o seu sofrimento numa guerra que não era deles. Este filme é o candidato aos Óscares pela Papua Nova Guiné, realizado em co-produção com a Índia e da responsabilidade de um dos mais prestigiados realizadores indianos, cuja obra já foi premiada em múltiplos festivais, incluindo o Fantasporto. O realizador foi três vezes vencedor do Prémio Nacional de Cinema da Índia e foi selecionador para os Óscares em 2015. Apresentou o seu primeiro filme, “Saira” em 2007 no Festival de Cannes. Seguiram-se outros filmes que receberam inúmeros galardões por todo o mundo, nomeadamente no Festival de Shanghai, Cannes, Moscovo, Chicago, Tallin e também no Fantasporto com “Painting Life” (2018) que foi Prémio da Crítica. Com 23 prémios internacionais, é, entre outros, conhecido também por “Birds with Large Wings” (2015), “Sound of Silence” (2017), este vencedor do Festival de Cincinatti, e “Trees Under the Sun” (2019), premiado como Melhor Filme em Toulouse. O seu filme “Invisible Windows” (2022), apresentado já no Fantasporto, precedeu este “Papa Buka” (2025).




