Fantasporto

Vencedores 2022

Prémio Especial do Júri Orient Express

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Melhor Filme Orient Express

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Menções Especiais

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Melhor Filme | Fantasporto 2022

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Prémio da Crítica 2022

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Prémio do Público 2022

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Prémio Cinema Português 2022

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Prémio Melhor Actriz 2022

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Prémio Melhor Actor 2022

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Prémio Melhor Argumento 2022

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Prémio Melhor Realizador 2022

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Prémio Especial do Júri 2022

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Prémio Melhor Filme • Semana dos Realizadores 2022

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Prémio Especial do Júri 2022

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Prémio Melhor Curta-metragem 2022

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Prémio Melhores Efeitos Especiais 2022

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Prémio Melhor Argumento 2022

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Prémio Melhor Actriz Cinema Fantástico 2022

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Prémio Melhor Actor Cinema Fantástico 2022

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Prémio Melhor Realizador Cinema Fantástico 2022

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Prémio Especial do Júri Cinema Fantástico 2022

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Dia-a-dia

Programação 2022

Cartão Livre-Trânsito

1 de Abril

2 de Abril

3 de Abril

4 de Abril

5 de Abril

6 de Abril

7 de Abril

8 de Abril

9 de Abril

Apresentação
de livros

Fantasporto 40 Anos – Uma História de Cinema

Dia 5 Abril – 3ª feira – 17h

Um olhar completo em 600 páginas de texto e imagem, profusamente ilustrado com centenas de fotos sobre os 40 anos do Fantasporto (1981-2020), percorrendo os programas ano a ano, os cartazes, as importantes descobertas de novos realizadores com os seus primeiros filmes, a presença de muitos deles nos Óscares, a listagem de filmes e as caras de convidados e profissionais que visitaram o festival, os amigos e impulsionadores do Fantas desde a sua origem, os participantes, as cartas de personalidades e homenagens recebidas. 

Beatriz Pacheco Pereira nasceu no Porto em 1951. Estudou nas Universidades de Coimbra e do Porto tendo-se licenciado em Filologia Germânica. Com actividade em diversas áreas da Cultura, é escritora, crítica e investigadora de cinema e escultora. Foi a primeira mulher a escrever crítica de cinema num jornal diário em Portugal e foi co-fundadora do Fantasporto – Festival Internacional de Cinema do Porto. Tem vários livros publicados, de ensaio, crónica, conto e romance. Além deste livro sobre o Fantasporto, publicou também em 2021 um romance, “Alice e os Abutres”, com edição Âncora. 

Sangue Novo: Uma Antologia

Colectânea de Contos – Editora Ler Devagar

 Dia 3 Abril – DOMINGO – 17h

O autor e editor Pedro Lucas Martins desafiou 15 (ainda) desconhecidos autores de terror Portugueses a participar numa antologia organizada por ele e o “Sangue Novo: Uma Antologia” – Edição de Pedro Lucas Martins – Ler Devagar (Lisboa). Do cómico ao macabro, do estranho ao sobrenatural.

“A antologia Sangue Novo surge da constatação de que não existem, em Portugal, obras de terror suficientes, em especial antologias, sendo que as que existem não apostam exclusivamente em novos autores. Compreensível, uma vez que este género literário é um risco, e maior risco será se a ele se juntarem novos autores, de talento desconhecido. 

Esta obra pretende correr esse risco; ser uma pioneira, para que outras lhe sigam as pisadas. Todos os quinze autores que a integram têm uma voz própria, plena de um potencial que se cumpre. Todos eles são promissores arautos de uma mudança nesta categoria literária.

Da ideia à concretização, decorreu menos de um ano, mas nada foi apressado. É um projecto com claras intenções: a de oferecer um palco às histórias destes autores, a de promover o terror literário nacional e a de que estas duas intenções se possam combinar e contribuir para uma mudança de paradigma em relação ao género.” SANDRA HENRIQUES

Contágios – Contos & Crónicas

Colectivo Mapas do Confinamento – Contos & Crónicas • Edição Visgarolho.

Dia 7 Abril – 5ª Feira – 17h

O colectivo “Mapas do Confinamento” é um projeto artístico que conta com cerca de 150 artistas (poetas, atores, escritores, ilustradores, fotógrafos, tradutores) oriundos de Portugal, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e respectivas diásporas em França, Reino Unido, EUA, Bélgica,e que tem estabelecido parcerias com várias universidades (Oxford, Jean Monnet e Pequim, com as quais traduzimos os trabalhos para inglês, francês e chinês), associações e fundações, como, por exemplo, a Gulbenkian. Resolveu publicar os contos e as crónicas de 64 autores, trabalhos que, a seu ver, refletem bem a riqueza e a diversidade dos povos e das culturas que se constroem em português.

Alguns dos autores incluídos no livro: Nuno Gomes Garcia (Port), Esther e Nara Vidal (Brasil/ Reino Unido), Aida Gomes (Angola), Catarina Gomes (Port), Mélio Tinga (Moçambique), Vanessa Vascouto (Brasil), Almeida Cumbane (Moçambique), Susana Piedade (Port), Agnaldo Bata (Port/França), Rafael Azevedo (Brasil), Juliana Berlim (Brasil), Renata Belmonte (Brasil), Pedro Teixeira Neves (Port), Luisa Semedo (Port, Cabo Verde/França), Eduardo Jorge (Port), Amilcar Bettega (Brasil), Sérgio tavares (Brasil), Edmilson Mavie (Moçambique), Monia Camacho (Port/ Angola), Olinda Gil (Port), Claudia Nina (Brasil), Mazé Torquato Chotil (Brasil/França), Ricardo Figueira ((Port/Fra), António Ladeira (Port/EUA), Elthânia André (Brasil), Helena Machado (Brasil), Sónia Palma (Brasil/Rimno Unido), R. Tavares (Brasil), Renato Tardivo (Brasil), Julieta Massossote (Moçambique), Nuno Camarneiro (Port) e outros.

Conta-me como não foi  

Rui Cardoso • Edição Casa das Letras

 Dia 6 Abril – 4ª Feira – 17h

“Conta-me como não Foi” é a reflexão de um jornalista sobre a História e os mitos tecidos em volta desta.  Escrito por Rui Cardoso, editor Internacional do Expresso entre 2009 e 2018 e habitual frequentador do Fantasporto, aborda, numa primeira parte a forma como autocratas, um pouco por todo o mundo tentam ir buscar ao passado argumentos para moldar e consolidar o seu poder presente, de Erdogan a Putin ou Xi Jinping. Numa segunda parte a obra passa em revista duas dezenas de mitos e acontecimentos lendários da História de Portugal, começando com o nebuloso Viriato que nunca foi pastor e muito menos andou pela Serra da Estrela, passando por Afonso Henriques que nunca bateu na mãe e também não enfrentou cinco rei mouros e respectivas hostes em Ourique. Da suposta brandura dos nossos costumes e do ultimato britânico também se fala, sem esquecer a fantasmática Escola de Sagres ou a não menos imaterial Padeira de Aljubarrota. Não sendo um livro de História é um livro sobre a História e a necessidade de não permitir que esta seja manipulada.

 Rui Cardoso nasceu em Lisboa em 1953. Formou-se em engenharia electrotécnica no IST em 1977. Começou no jornalismo em 1978 no “Diário Popular”, passando pela revistas “Face” e pelo seminário “Independente” para assentar arraiais no Expresso onde trabalhou de 1989 a 2018. Coordenou os guias de viagem do Expresso entre 1994 e 1998 e a secção internacional entre 2009 e 2018. Publicou uma dezena de livros de entre os quais se podem referir “Pelas Linhas da Nostalgia”- passeios nas Linhas de caminho-de-ferro abandonadas (co-autoria com Mafalda César Machado, 2008), “Turismo Científico em Portugal, um Roteiro” (Assírio e Alvim 2007 ), “Invasões Francesas, 200 Anos, Mitos, Histórias e Protagonistas (INCM 2010)

Fantasporto 42 anos

Exposição de Cartazes Fantasporto

“FANTASPORTO- 40 ANOS DE TENDÊNCIAS “ 

Uma visita à evolução do grafismo nos cartazes do Fantasporto, com curadoria de João Dorminsky e reproduções de André Rocha. 

Inauguração – Dia 1 Abril – 6ª Feira – 18h

 

Como se representa a alma de um evento que cada ano muda, tem filmes sempre novos, respeita o espírito dos tempos, obedecendo às tendências artísticas da altura?

Desde 1981, na primeira edição do Fantasporto e do belíssimo desenho de José Manuel Pereira, co-fundador do festival, até hoje, o cartaz vai passando por muitas interpretações do que é o cinema e do que significa a imaginação. Vendo-os hoje, 40 anos depois, nota-se que sempre capturaram a modernidade e a estética do seu tempo, espalhados nas ruas, nas páginas do catálogo ou do programa de mão, imagem de um grande festival num país pequeno, viajando até às mãos de realizadores, produtores ou distribuidores do mundo inteiro. Esta exposição mostra os primeiros cartazes e os últimos. Ingénuos uns, outros mais artísticos, uns desenhados, uns pintados, outros totalmente digitais e em que os temas são diversificados mas sempre fortes. Uma linguagem gráfica que falou depois nas ruas da cidade do Porto, nas fachadas dos teatros por onde o festival passou, sempre a mostrar que o amor ao cinema pode ser também expresso por um belo cartaz.

42 anos do Fantasporto

A História

A Cinema Novo CRL, organizadora do Fantasporto, emergiu da Revista Cinema Novo, editada a partir de 1978 com o intuíto de divulgar, preservar e estudar o cinema e a sua história.

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